Lembro-me de que, quando criança, minha mãe fazia verdadeiros malabarismos para fazer com que meus irmãos e eu provássemos pratos novos, especialmente os com banana. Nunca fui muito fã dessa fruta, ainda não a como imitando o macaco, descascando e crua simplesmente. De jeito algum. Só me resta, então, o preparo de doces em que a posso usar, mascarando seu sabor doce e incrementando com canela. Assim está aprovado. Pelo menos pra mim!
Eu me lembro dessa sobremesa deste bem pequena, o creme tem um sabor delicioso e a cobertura arrancava de mim um suspiro: hummmmm!
Minha mãe disse que seu nome era (ou ‘é’) “Joaquim Bentinho”. Pesquisei por ele, mas não encontrei nada relacionado a doces. Portanto, talvez, seja invenção pra fantasiar a cabeça das crianças, histórias da carochinha!
Assim, aprendi que há diversas maneiras de experimentar ingredientes que muitas vezes rejeitamos.
Relembrando momentos, depois de ver uma penca de bananas a perder na minha fruteira, abri o caderninho antigo e retornei ao passado, rapidamente:
E mantive na geladeira até o momento do ataque… Prefiro assim.
- 2 xícaras de açúcar
- 1 xícara de água fria
- ½ lata de leite condensado
- 500ml de leite integral
- 2 colheres de amido de milho
- 2 colheres de açúcar
- gotas de baunilha
- 3 gemas
- 3 claras em neve
- 6 colheres de açúcar

