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Espaguete ao pesto

Toda semana eu faço massa caseira (receita AQUI), super fácil e nem preciso explicar que é muito natureba, afinal sem conservantes e corantes é tudibão…
Gosto de variar no molho, que deta vez o escolhido foi o ‘pesto’.

Moleza:

2 dente(s) de alho
1 xícara de folhas demanjericão
50 g de amêndoas
50 g de queijo parmesão ralado
2 xícaras (chá) de azeite de oliva
1 colher (sopa) de manteiga
sal
            Em um pilão, soquei os dentes de alho, o manjericão, o queijo, as amêndoas e o sal, adicionando pouco a pouco o azeite, a fim de obter uma pasta. Se preferir, pode usar o liquidificador. Aqueça a manteiga. Adicione a pasta e aqueça em fogo brando, mexendo sempre, por 5 minutos. Acrescente o espaguete cozido, misture bem (ou não – só coloque por cima) e sirva.
Como surgiu o pesto?  
A história do pesto começa com a história do manjericão (que os italianos chamam de Basilico) e é tão antiga quanto a bacia do Mediterrâneo. Do Basilico, matéria prima do pesto, falam escritores da Grécia e da Roma antiga, bem como da Idade Média, todos cuidadosamente mencionados e catalogados num tratado: “O Basilico e o uso do mesmo” escrito por Salvatore Massonio em 1627.
O Pesto é mencionado depois em 1800 na codificação da cozinha genovesa (noroeste da Itália), elaborada por Rossi e Ratto que definiram o Pesto sob o nome de “Batido de Basilico com aromas”.
Esta magnífica receita ficou confinada na região da Liguria, província ao noroeste da Itália por séculos para depois, em meados de 1980, vir a ser descoberta pelos demais italianos e mais tarde pelos europeus e americanos. Hoje podemos dizer que Pesto alla Genovese tornou-se um prato mundial, facilmente encontrado nos melhores restaurantes em qualquer lugar do mundo.
Não existe na Liguria uma família que não tenha pelo menos um vaso de Basilico na janela.

Fonte da história aqui

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